A mesma ânsia de continuar ali persiste no coração das criaturas humanas. Com isto, as produções imensas espalhadas pela face disso tudo que está onde esteja. Portentosos resultados, quem sabe?, porém. Folhas soltas nesse quarteirão inigualável dos místicos, das culturas, estruturas, temas vagos que circulam os céus, dentro e fora dos que vivem aqui em volta dos sóis.
Bem isto, nessa vontade insistente de observar e repetir
quiçá velhas contradições esquecidas nos balcões da Eternidade. Muitas falas,
discursos aparentemente simples, no entanto dotados de limitações, o que nem de
longe admitem os autores, os arquivos, as crostas superpostas nas tantas
civilizações. Entre esses fragmentos, personagens insólitos, belas aventuras,
criações inolvidáveis, blocos inteiros de genialidade frutos de um Cosmos de
profundidade até então inatingível, olhos das cores e das formas. Quer-se,
nisto, conhecer, no entanto. Sabem-se seres definitivos em busca do Sol. Preenchem
de verdade o quanto aqui vieram e sonham, e viajam, sorriem, revelam, impondo
traços de sabedoria em páginas surreais.
Assim, as visões acontecem, marcas perfeitas do que tivesse
de ser, linhos doces de praias inesquecíveis, amigos verdadeiros, amores, lembranças
integradas a entes essenciais nisso em forma de realização.
E tais marcas significam, pois, o sentido do quanto existe,
oferecendo uma calma aos protagonistas de todas histórias. Vez por outro, novas
esperanças, curas, felicidade em forma de canções, quadros, livros, rio constante
das alegrias e surpresas boas que a vida reserva em caráter constante, serviente.
Manhãs intactas de realidade plena a envolver noites
escuras, nesse carinho que a Natureza oferece, abrem as possibilidades daquilo
de há infinitos aguardado nos sentimentos humanos, nítidos sinais das luzes de
clarear os caminhos do que haverá de acontecer na medida das sortes felizes. Os
circuitos persistirão, pois, ao sabor dos pensamentos. Restam, por isso, poderes
e atitudes face a face consigo próprio, motivo e causa das existências...
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