quinta-feira, 21 de maio de 2026

Quando há festa no Paraíso


Mediante tudo de bom quanto aconteça, lá, então, advêm os novos dias sempre aguardados com tanta intensidade. São fatores diversos que assim compõem o quadro pleno da totalidade e dos seres. Às vezes, feito de detalhes inesperados; doutras, circunstancial, envolvido nos símbolos que ali estão, espalhados pelas paredes, vitrais e antares. Um sem limite de possibilidades compõe, portando, a escrita desses universos. Lugares feitos da imensidão nas criaturas. Pomos alimentado desde quando, através de uma disposição de produzir o tanto de imaginação trazidos desde sempre no portão das criações.

Disto, pelas fretas das menores chances, circulam personagens misteriosos de filmes e sons de canções inesquecíveis lançadas ao vento. Enquanto a vastidão dos desertos de existir, dotadas agora de novas luzes e melhores conclusões. Dali, através do furor e das determinações originais, laços eternos sem fundo em volta das criaturas refeitas de lembranças, soma algébrica dos lances mais distantes, guardados na sorte grande dos amores. Sopesar o tanto do que ora seja, algo de certeza compõe o painel das verdades eternas. Por isso, e quantas haja, o firmamento se alegrar o vigor da sequência natural das consciências.

A isto aqui eis a real finalidade dos sonhos. Minúsculas partículas de um tempo místico justificam a razão do quanto existe. O que, inclusive, já vem contado nas explicações de quem antes estive deixando nos livros, nas palavras soltas, o prisma que lhes revelava o suficiente de alimentar o momento atual, desde longe, conhecido. Tais sintomas principiam os traços definitivos, as alvoradas, cunhos plenos de novas perspectivas a uma humanidade em crescimento. Ultrapassar, pois, os dramas, limites, inesperados, de agora, enquanto o vetor definitivo percorrerá o itinerário das muitas lendas, prenúncios variados em outras civilizações. Cientes de tradições irreversíveis, eis o sentido universal da realidade.


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