
Acaba que, num misto de materialidade e espiritualidade, ressurge vezes sem conta o drama das humanidades, dos grupos sociais, das nações e dos líderes místicos. Enquanto isto, as interrogações sujeitam perder o fio da meada, em algumas ocasiões. Chegar bem perto de Deus e morrer de inanição, as vítimas da incúria e dos dogmas; revolucionários escravos dos ideais libertadores; arautos daquilo que lhes jogaria às calandras do Inferno de que tanto fugiam, e nelas sucumbem de braços erguidos aos Céus.
Bem isso que vemos no presente das horas. Nunca os humanos galgaram tamanhas proporções de conhecimento e vastas multiplicações de saber, no entanto persistem viver as antigas contradições das ausências de crenças, quais renitentes primitivos das cavernas lá do princípio de tudo. O esforço de gritar mais alto que seriam donos da Verdade enrouquece multidões e nenhuma realidade plena manifesta a certeza da paz e das virtudes que toque a plenitude tão sonhada. Porém consta das aspirações religiosas desde sempre a Esperança e a Fé que irão salvar o mundo na alma de todos.
Parabéns ! Belo texto.
ResponderExcluir“O encontro de si consigo mesmo”, que profundo essas suas palavras. Tão difícil essa introspecção, faz-se necessário um crescimento espiritual que só o tempo, a vida é o sofrimento nos dá oportunidade para isso. É uma viagem longa, e quanto isso ocorre descobrimos o quanto pequenino somos nós , um grão de areia numa praia vasta. Mas este momento é libertador. Mudamos os nossos valores , nossas crenças, nossas buscas e nosso ser em si. É doído, mas é o preço que pagamos para nos encontrarmos. Parabéns! Como sempre seus textos são um rico momento de reflexão e paz. Um abraço Emerson.
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