
Depois, bem depois, no decorrer das eras, e já na terceira raça mãe dos que vivem aqui na Terra, aqueles habitantes de Capela viriam seguir aqui sua experiência reencarnatória. Estariam distribuídos entre os povos egípcios, árias e judeus. Dotados da experiência anterior, espiritualmente trouxeram em si o desenvolvimento, a caldear com isso os primeiros habitantes terráqueos das duas primeiras raças que surgiram na Terra antes deles reencarnarem quais esses povos citados.
Apreciamos o tema, localizado em alguns compêndios, sobretudo das literaturas espírita e esotérica. Há um livro com esse título, Os exilados de Capela, do escritor Edgard Armond, Editora Aliança, 1987, que narra detalhes e explicações, deixando margem a interpretações avaliativas.
Cabe estudar até onde sustentar tese tão remota, vinda dos tempos arcaicos e siderais da tradição. Porém, dentre os argumentos, o que faria João (1:11) dizer de Jesus: Veio para o que era seu e os seus não o receberam? Espécie de missionário que propiciaria orientação a povo decaído naquela guerra de antigamente, traria consigo por dever assistir a nova jornada das vítimas da própria incúria da vivência passada, agora liderando rumo à libertação, rumo à Luz universal.
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