
À vivacidade do verde se reúnem luzes laranja das manhãs esplendorosas, nos amores perfeitos e sentimentos mais sinceros, que amor existe, resta encontrar, primeiro dentro de si; na sequência, nos outros, à medida justa do que plantar. E esses rastros coloridos em matizes de vermelho com amarelo clareiam a alma do pleno pudor de verdades sinceras.
Até chegar às notas azuis das primaveras de belas plumas, voo de aves do paraíso, espécies mensageiras da religiosidade que alimenta o sonho pessoal nas asas das orações, ao prumo da Ave-Maria. Amores ainda maiores, com o auspicioso sentido da imortalidade. Esse azul que norteia os viajantes pelo deserto das várias atribulações. O véu do firmamento trará, então, o mistério das cores, largo e infinito, mostra cabal do quanto das possibilidades existe no íntimo seio da poderosa eternidade.
Nisso, nas pinceladas da cor rosa que suavizam a luz fulgurante dos elevados sentimentos, haverá maturidade espiritual, quando amores ganham as praias da permanência, testemunho de condições imortais, pouso certo e calmo dos desejos da perfeição. Assim vindo a nós a presença dele, de Jesus, e toda beleza se completará.
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