segunda-feira, 20 de março de 2017

Essas crianças

Vontade pura de criar um mundo certo, vagam pelos dias na busca de afirmar a que vieram as crianças. Achar isso tudo fora do lugar já contava na programação dos experimentos da evolução. Rever os quadros e afastar as mazelas se torna dever de quem quer algo novo, novos tempos. Iluminam os lares, ruas e mares. Filmes de super-heróis também somam o direito de transformar. Elas transportam dentro de si o fator determinante do futuro em festa que despontam nos lábios do horizonte. Marcas outras, o que há de mostrar a fisionomia desta Terra da amizade e dos sonhos dos séculos.

No que pesem olhos preocupados dos que deixaram de cumprir a obrigação de oferecer espaço sadio aos jovens de hoje, podem deixar no vão das estradas perdidas ilusões e criar atos que vençam o mal estar da civilização esdrúxula desses malfadados senhores de negócio que só pensaram em si. Agora cabem métodos eficazes de realizar o projeto da história em termos de perfeição. Esquecer o desânimo daqueles outros se torna dever de obrigação. A essas crianças o destino reserva o compromisso de refazer os edifícios da real felicidade.

Chegou o momento de transmitir o cetro de concretizar a bondade neste chão de tantas oportunidades até agora levadas na conversa. Em tese é isto. Os coroas e os mais atuais que preenchem as lideranças quase nada têm o que oferecer em resultados práticos. Dada esta razão, e na firme disposição de não dar por perdida toda a experiência humana, seja no Brasil ou no exterior, eis o motivo de a gente acreditar nas novas gerações. A maré não está pra peixe, é notório. Aonde se virar, existe uma bronca a resolver, com a maioria só pensando ocupar o lugar de mando e querer dominar o pedaço. Então resta crer nas crianças, na intenção de redesenhar o rosto do Planeta e revelar meios de reverter o quadro que as gerações anteriores deixaram, sob pena de mais nada acontecer. E isto ficaria fora de quaisquer cogitações dos que admitem os fins úteis da Criação divina.

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