As narrativas das
civilizações transcrevem infinitamente a presença desse agente da Natureza que aqui
percorre as entranhas da criatura humana, participando, de modo constante, das
agruras, dos contratempos, das aventuras, num inesperado de perder de vista. A
melhor querer dizer, os humanos obedecem, então, de modo contrafeito as
determinações dessa força íntima. Na vastidão, pois, do fenômeno individual,
escutam vozes, avistam transcendências, leem nos intervalos as notas de
orientações que lhes acendem profundamente o penhor doutros mundos que existam,
doutras dimensões, isto, porém, num transe de causar espécie, visto de nada
poder contar, e aceitam trilhos imensos desse protagonista severo, esdrúxulo.
No pisar dos tempos,
são segmentos inteiros de humanidade que, de olhos assustados, têm não outro jeito
mas o motivo de presenciar aquilo de acontecer. Definem, a título de escolha do
inevitável, a sustentação das continuidades, e mergulham em longos, quiçá, pesadelos
da eventualidade histórica, cabais respostas de si próprios. Destarte, obedecem
aos ditames dos séculos e padecem nas suas garras, sendo isto o que denomina a
História.
Horas quantas, há-de
se perguntar o que impõe aos povos submeter outros às suas garras, lastreando o
passado dessas aberrações que desde sempre reclamam Paz e Concórdia!
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