Estirões sem limite resumem continuar durante essas gerações. Trâmites por demais inesperados fazem disso, a bem dizer, a justificativa de tudo. Senão, que mais fora das horas? Isso de um tempo poderoso no domínio de quem esteja além das meras cogitações. Em volta disso, os monturos e a fria imaginação. Transes do inesperado, pois, somados aos pretensos autores, definem, pouco a pouco, o justo motivo do quanto existirá sempre.
Ao ver assim, circunstâncias e figurantes já perfazem todos
os lances desse tabuleiro em que persistem as criaturas de qualquer natureza. Umas,
maiores; outras, fruto das próprias dimensões arrevesadas no tacho da ilusão. Nesse
sequenciar das palavras, hostes intermináveis de mistérios os conduzem pelo
campo. Disto, as filosofias e crenças sob as quais constroem palácios e
subúrbios. A se pensar nas multidões, quanto furor de compreensão desfilam
pelos ares. Em cada cabeça, uma sentença. Descrito esse universo de
microrganismos e movimento, tem-se o Infinito em pequenas doses e conceitos
inevitáveis.
Passadas fossem tantas histórias, restariam tão só os abismos
em formação, dias e dias. Impressões, emoções, crostas acumuladas nos ombros do
firmamento. Com isto, escutam vozes. Nascem novas sementes. Sobrevivem aqueles
mesmos que antes preencheram no vácuo os destinos. Alguns ainda escolhem dizer
daquelas vozes ouvidas de não se sabe onde. Parcelas e dúvidas multiplicam
esperanças, sustentam as encostas de longas travessias e logo depois aceitam
também desaparecer pelo corredor dos pensamentos.
Contadas tamanhas atitudes, resta, pois, a tela do silêncio
no coração de todos, presente o eito dos sentimentos. Serem eles, a qualquer
custo. Segurar as hastes do Sol e prosseguir nalgum instante lá que estejam
noutras invenções e certezas guardadas em si próprio. No tal diapasão, dali
significam o clímax dalgum desejo, sobremodo inscrito nas gradas da real
compreensão.
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