Enquanto meios ampliaram a expectativa de vida, destruíram a originalidade, o charme do bom viver da gente. Impuseram condições rigorosas de suportar o preço alto da sobrevivência. Dotaram o sistema dominante do direito de enquadrar o cidadão na vala comum dos frios números das estatísticas e balanços. E com isso fomos perdendo de éticos e estéticos a troco de pagar o custo da história.As metrópoles, também bonitas, deixaram de lado as feições produzidas em ferro e cimento aos automóveis delirantes e janelas televisivas atrasadas, na rotina em que se transformaram os elementos. Ainda que sejam dignas de belas apreciações turísticas, representam as cidades atuais atividade arriscada, por conta do pouco ou nenhum espaço existente da relação criaturas e criadores.
Na dualidade do bucólico e da tecnocracia resta ao indivíduo mergulhar a consciência e descobrir padrões renovados, construção plena das possibilidades no Eu maior, o que os mestres revelam no âmbito das dimensões pessoais.
Sei que o belo sempre existirá, aqui, hoje, ou nalgum nível e percepção, conquanto a perfeição represente poder e continuação. Cabe, porém, habitar o território amplo do conhecimento interior.
Em relação ao que dissemos das minhas idas e vidas a Fortaleza pela Rodovia Padre Cícero, fotografei a igrejinha de Nova Floresta, com respeito ao carinho dos seus habitantes tratarem a devoção religiosa.
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