Transpostas que foram ideias, palavras e atitudes, dali
seguirá incólume o confronto das eras e das ausências. Há que supor existir
tudo o mais, no entanto arcabouços monumentais, servidão e êxito. Mesmo assim,
seguirão incólumes vidas a dentro, uno, a meio de multidões em desvario. Planos.
Metas. Civilização. Ele, padrão universal das vozes, único, sacrossanto de
mistérios. Desse império de subjetividade, comanda o quanto haverá desde
sempre.
Isso, no reino da subjetividade, tudo pode acontecer a todo
instante. Seres dispersos, contudo singulares de si em muitos. Nele, ao sabor
das vertentes e dos enigmas, transitam os pensamentos e sentimentos, de uma
exclusividade a bem dizer perfeita. Se réstias do passado, porém haustos do que
virá logo depois ao sabor da sorte. Tais revestidos de cápsulas
intransferíveis, definitivas, percorrem que tal o oceano dos desafios em volta
do mistério.
Daí, nesse patamar inalienável deles todos em um só, transitam
os demônios e anjos, a vagar altivos. Com eles, terras e céus se perdem de
vista. São expressões constantes das horas em suspensão. Quanto padeçam, disso
usufruem o campo de ideias e canções, de telas e filmes, jornadas e silêncio. Elaboram
a valer as tramas daqui do Chão. Superpõem vanguardas a desaparecidos, criação
e dúvidas.
Assim, lá num tempo, vieram as ilustrações das páginas com
as quais buscavam dizer aonde imaginam chegar certa feita. Falam dos deuses,
das idades, dos sonhos, fusão fundamental em voga nos livros mais antigos. Convergem
de sobreviver a duras penas através de objetos e pessoas, espécie do empenho de
quanto desejam sustentar das abstrações inevitáveis donde vivem.
Agora, nos olhos acesos de tantos segue o vazio a bordo das suposições,
naquilo arrematado das impressões largadas aos sóis. Asseguram com veemência
conter no íntimo, pelos meandros de si, a Verdade, retrato fiel dos seus julgamentos
e desejos.
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