
Os tudos das horas fulminaram, pois, o pomo da discórdia e os exércitos perdidos seguem apenas à busca das ausências. Apenas de uma só religião a envolver lençóis e frio nas madrugadas. Portas e janelas abertas ao infinito da solidão, bandeiras desfraldas no solo do inevitável. Muitos animais ainda pastando na grama do palácio e as pegadas dos cascos ferem de sentimento as margens desse grande rio que desliza na alma das crianças, arautos do futuro, missionário da Lei.
Por isso a insistência das falas nas praças, a sustentar o impulso da sobrevivência nos seres vivos. A gratidão da justiça, o amor nos corações, a fome de felicidade que persistirá todo tempo, onde quer que se acenda o foco da bondade.
Sustentar a força da perseverança a qualquer custo. Somar fatores sadios ao instinto da realização do Ser, guerreiros da grande paz, de inigualável construção do Si Mesmo a salvar as circunstâncias.
É isto, são as proporções de raciocínio que querem descobrir o teto das nuvens e indicar o quanto faz sentido o trabalho de parto da imensa Criação.
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