
Aconselhados pelo médico Julian Chisolm, seus pais procuraram o cientista Alexander Graham Bell que lhes encaminhou ao Perkins Institute for Blind, South Boston, quando conheceram Anne Sullivan, a educadora que passou a conduzir Hellen durante 49 anos, orientando-a como superar as limitações de que fora acometida ainda na primeira infância.
Por meio do tato, Sullivan ensinou a Hellen Keller o jeito de combinar os objetos às palavras, daí ampliando o código necessário à linguagem suficiente de conquistar repertório necessário a maior comunicação humana.
Publicaria em 1902 o primeiro livro, A história de minha vida, seguido de engajamento no jornalismo escrevendo artigos os quais produziria por toda a existência, daí elaborando novos livros. Dois anos depois, em 1904, se graduaria em Filosofia.
Recebeu diversas comendas no mundo inteiro, inclusive no Brasil, a Ordem do Cruzeiro do Sul, e no Japão, o Tesouro Sagrado.
Pelos feitos memoráveis na superação dos limites físicos, Helllen Keller tornar-se-ia em legenda que persiste quanto ao poder infinito de se vencer os obstáculos de natureza corporal.
Outro dia, ao conversar a respeito desta personagem tão especial, senti o quanto valeria divulgar dados a seu respeito, porquanto parece necessária a preservação dos valores positivos que conta a história de nossa humanidade, onde inexistem barreiras ao querer sincero.
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