Muitas, por demais, nuvens e nuvens sucessivas no momento do quanto existe. Horas de inesperado, outras considerações revistas e ampliadas, ao supor da criação. Sapientes seres sobrevivem a quase tudo, porém desfeitos em fiapos de largas tendas. Doutras vezes, apenas meras definições das alturas em espasmos e dúvidas. Eles, os tais instrumentos dos destinos, padecem, contudo, dessa síndrome das alturas enquanto mergulham nos despenhadeiros e ainda sobrevivem demasiadamente. Houvesse meios e perpetuariam a espécie através dos próprios sonhos. Cavaleiros andantes de muitos contos dali distantes, então contornam os setores do anonimato em forma de visões.
Nisto, ao menor empenho, reconhecem aspectos desencontrados
daquilo que foram e nem face a tanto alimentam ganhos doutros gerações, doutros
caminhos. Sabem ser, quiçá ao penhor das espécies em volta. Persistem sustentar
o teto das certezas e suprem de luz as consciências em torno. Transitam,
contudo, pelos setores das cidades cobertos de glórias parciais, séculos e
padecimentos. Admitem imaginar em longas plantações de estio. Deixam relíquias
daquilo em paisagens belíssimas. Refazem transes. Escutam das palavras seus
préstimos em forma de brisa suave, ao tempo dos dias escondidos no íntimo, atores
dos dramas e das comédias abandonadas nos quarteirões de cidades inteiras.
Nessas pelejas de acreditar no painel ora fixado nas
montanhas do Infinito, são muitos, detalhes gravados no esteio da compreensão
possibilitam tanger os rebanhos de cores e formas nas estradas da alma. Contêm
sobremodo resquícios de pensamentos, lembranças firmadas durante o espetáculo
de existir. Tramam descobrir modos outros de permanecem vagando na superfície
do Planeta, todavia jamais despreza o desejo das viagens lá misteriosas,
mágicas. Esses quais heróis da Eternidade pousam aqui próximo, decodificando
tudo face aos sóis, durante o intervalo entre antes e depois. Retratos fieis da
imensidão, habitam o paraíso do inevitável e subsistem aos vendavais da mesma
sorte.
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