Bem isto de contemplar a natureza em volta. Caminhar através dos corredores do labirinto de aonde chegar e ver constantemente os moldes e as cores de novos cenários. Ali tantos credos, quantos pensamentos guardados e as paisagens do que antes foi. Situar o trilho dos próprios pés nesse chão de indagações, de respostas vagas. Vez por outra, identificações com novas palavras, seguimentos variados a percorrer a pé. Distintas visões de possíveis encontros consigo e com os demais. Nisto, as histórias a lhes percorrer as entranhas. Tradições, narrativas e enredos, num jogo de substituição e de dúvidas a perder de vista. Às vezes cenas lá da infância mais distantes. Depois recentes traçados de acontecimentos ali deixados aos pés, no fustigar de lembranças talvez agradáveis.
Nesse percorrer das atitudes, quase tão só certezas vividas
e em fase de processamento eletrônico na alma das criaturas. Filmes sem conta
destarte invadem a memória e revelam lembranças inevitáveis, luzes a piscar nas
consciências. Trâmites de céus imensos qual o quê transitam pelos séculos das
criaturas num formato portanto benfazejos. Dali revivem trastes arcaicos
derivados em tantas salas de aula, a solicitar interpretações. Vistos assaz
tais instantes, é-se atores das lendas trazidas do espaço. E em consequência
precisam decodificar aqueles sentimentos postos à prova. Com isso, tocam as
barras das paredes e estudam o modo ideal de sair desse princípio aberto e
tocar o firmamento.
Numa espécie de cápsula a vagar pelos hostes do Tempo, a uma
só direção continua. Quer-se acreditar existir entre objetos e pessoas, no
entanto a carecer de ciência do que sejam realmente. Agora, nesses mundos
digitais, tudo revolve no íntimo de pessoas e lugares, no afã de conhecer donde
vêm e a que mundo chegar. Notas soltas, pois, do Universo, insistem certa feita
de achar o pomo da iluminação e veem com clareza outros ao lado no mesmo
segmento.
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