Tempos assim são outros. De tudo quanto é notícia algo corresponde só às versões dos interessados nelas. Um tal de espalhar qual quem junto, num afã de chegar lá nem onde avaliam... E imaginar o quanto de valor teria a comunicação clara, limpa e verdadeira. Isso de hoje preenche estados de cogitações e depois cai feito inúteis face à impostura. Tempos estes, tempos humanos, no entanto, diante da liberdade aparente de visionar, desaparecer nos escombros de nada mais, enquanto mascam do Tempo as cascas e jogam foram a essência de ser. Antes de tudo, saber se interessa a quem seja. Novidades antigas, post-mortem do inútil, pois.
Nisto, um rápido comentário a saber das vidas dagora e seu trato pelas frestas de quase tudo, portais das vaidades, gozos pessoais, desfalecimento das ideias, a ponto de poder-se considerar o enquadramento nos algoritmos outras sortes, doutros períodos da mesma humanidade e dos mesmos artefatos do inevitável, até o sucateamento dos valores e dos credos lá de antigamente. Até chegar aqui restaram as folhas secas de aparentes civilizações agora cinzas.
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Ao construir de ficções a realidade, sobram pelos paredões do labirinto as marcas de muitas fisionomias a viver transformadas nessa projeção das aparências. Conquanto ainda busque revelar as trilhas da Verdade, a Natureza acontece pouco a pouco através do pensamento. Daí, vêm as histórias. Traços por demais circunspectos, porejam os princípios da raça. Dentro, todavia, dos quantos a imaginação e a necessidade. Heróis mudam seus trajes. As paisagens viram prados de cores secas. Riscos de aventura inconsequente. As palavras parecem dizer, contudo lastreadas e refeitas ao sabor dos velhos códigos.
Então clareza supérflua reveste de caos o Paraíso e as criaturas de longe parecem a importância apenas relativa do outros à próprias mãos, sonhar noites seguidas consigo e transitar entre os dias feitas feras acuadas nas garras que as aperta o coração.
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