Esses os motivos das criaturas humanas, ao impulso de cumprir princípios guardados sob a sete capas dos destinos. Tantos seres, quantas histórias. Ao peso de existir, vêm as recentes descobertas individuais. Toques sem conta pelas paredes do céu e, gradualmente, revelam a si o tal sentido das visões que antes tiveram. Enquanto isto, preenchem cadastros, abrem cadernetas, totalizam estatísticas, no prisma constante das gerações. Aqui e ali, são vistos no trânsito, nas noitadas, acampamentos, viagens de um furor do inevitável. Bem isto, à conta de identificar profissões, aventuras, desempenhos.
Porém significam algo além de tocar no duas estruturas das
compreensões, e lá num tempo desvendar as chaves dalgum mistério desse longo
itinerário. Quer-se mergulhar noutras histórias, contudo blocos coesos de
consistência definitiva os mantém nas paredes a dizer instransponíveis, exclusivas
de cada um, circos ambulantes a vagar pelos vagões do Infinito.
Mártires, heróis, soberanos, subalternos, longas narrativas
de quem há de transpor consigo metas ainda desconhecidas, em epopeias de
experiência de causar espanto. Esse o perfil das tais criaturas que persevera
desde sempre que delas se têm notícias pelo mundo. Muitos desses quais dotados
de quanta genialidade em fase de aprimoramento.
Neste meio período da sorte, superpostos conceitos
transportam assim vidas e vidas, no intervalo da ilusão com a verdade, pelo que
exercitam o crivo da perfeição no mar das consciências. Nos primórdios,
supõe-se haja sido tal e qual, pastores do pensamento em noites de sonhos. Eles,
às vezes, pressentem largas interpretações, e dividem aos outros aquelas
imagens arquitetônicas. Depois, passadas iguais conveniências, esquecem
coletivamente o que alguém imaginou e deixam fluir novos enredos. Padecem perante
o silêncio essa fome de querer conhecer. Aquietam os ânimos e desfazem
estruturas antigas. Transitam, pois, no meio de duas margens, espécies de
cavaleiros andantes de sortes imprevisíveis, verdadeiras loterias ao léu da
perfeição.
Qualquer deles justificaria as andanças dos próprios pés,
entretanto de olhos postos na distância das luas, no sabor de amores
inigualáveis que sejam e alimentam.
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