Dalgum lugar há de virem frases inteiras a dizer das atividades lá de fora. São entes na justa de viver e depois contar a si mesmos o espetáculo onde habitaram, encenando as peças sucessivas deste chão das almas. Bem assim, tais visões do inesperado a percorrer o mesmo carrossel de tantas histórias, ferrenhos propulsores do Inconsciente face às dúvidas dos outros milhões em queda livre pelo Infinito. Nisso, chegam ao fojo das individualidades, insistem habitar as curvas do firmamento e adormecem logo ali, passados que seja de sustentar o mastro das antigas embarcações rumo dos mistérios.
Cotejam-se demasiados sonhos e terminam exangues nas malhas
dessas possibilidades. Conviver consigo próprio perante a sorte dos dias que
dissolvem o senso de tais criaturas humanas, nesses instantes, lhes surgem
lastros sem final de mil e muitas contrições lá de onde nascem os dias. Farejam
quais outros animais, no entanto perplexos de alternativas espraiadas noites adentro,
morada dos espíritos.
Ocasiões outras semelhantes trazem de volta aquelas visagens
adormecidas no vácuo do esquecimento e transtornam populações inteiras. Qual
sentido leva a tanto, o instinto de posse, de poder e fama? Houvesse que
suficiência dentro dos vultos e saber-se-ia o nexo arrevesado nesses espelhos
jogados ao léu. Porém desconhecem o essencial e ainda porejam dominar as
estruturas inúteis de quantos ali estejam, num avanço atroz de muitos perdidos séculos.
Pelas postagens que circulam as redes, raros afetos hão de
produzir os desejos que imperam trastes a fio. Olhares de lince feroz
prescrutam distâncias inatingíveis nesse mar de interrogações. Com isto,
retornam velhas lembranças doutras vezes, doutros delírios. O som de harpas nas
alturas parece contar tudo de antes em frases curtas, ferindo de sentimentos corações
que tão-só alimentam viver e ser feliz.
Vozes adiante e se escuta, de novo, o enredo de uma sorte em
movimento de paz e realização.
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