Sair de, ou entrar em cena, que diferença faria perante o furor das eternidades e dos momentos em profusão. Hábitos que sobrevivem a isso, numa perfeição por demais, desde sempre tornada clara, no entanto. Olhares em volta e percorrer as cenas insistentes de fazer de conta e sumir logo ali, sobre as folhas secas dos outonos. Postais de quantas vezes, ilhas de solares imensos largados ao relento dessas antigas memórias. Deixam, portanto, leves lembranças daquilo antes feito de imagens soltas pelo correr dos próprios pés. Sequências desacabadas de tudo quanto existiu. Nascem dali rios imenso que somem estradas afora sob os ritos das histórias espalhadas nas cidades em volta. Lugares lá de dentro das criaturas que sobrevivem sós a si mesmas, nas idades e nos infinitos famintos.
Desses ancestrais doutros firmamentos, aqui tocam além os
séculos nas almas, no coração. Duras penas de viver a meio do desaparecimento
sucessivo que alimentam. Quais meros artefatos, pois, de outras compreensões,
ficam estatelados nos corredores estreitos de quantos desejos desfeitos de uma
a outra hora. Nem de longe haver-se-ia de sustentar os princípios trazidos dos
inícios das gerações, agora folhas soltas ao vento da tarde. Gorjeios
imaginários que percorrer o instante. Nuvens, as mais distantes tais sejam. Pensamentos.
Reflexões de palavras a percorrer as entranhas dos brejos.
De lugares assim vêm as ditas virtudes, os esteios e as
sortes inesperadas. Trespassam luas, a vastidão das estrelas, os firmamentos, pelas
vastidões de súplicas ainda antes despejadas no mistério do ser. Entes esses delimitam
espaços e os desmontam na medida inútil de quantos passados restarem de depois
abandonados. Eles, seres afeitos aos percalços das muitas aventuras. Só em querer
contar, ficam, destarte, abismados da perfeição espalhada no clarão das
alvoradas.
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