
A lógica religiosa alimenta, pois, as percepções do mundo invisível, sobremodo ao estudar os livros psicografados pelos médiuns espíritas, dos quais Francisco Cândido Xavier (Chico Xavier), no Brasil, representa figura exemplar, por meio de quem os espíritos produziram quatro centenas de obras hoje achadas com facilidade em bancas e livrarias.
Desta forma, nas considerações reencarnatórias, desde algumas horas a milênios eis o tempo que aguarda para o espírito merecer uma nova existência física, dando seguimento aos seus aprendizados da evolução necessária à libertação absoluta do plano carnal. Vai e vem quantas vezes necessárias sejam a fim de concluir o aprendizado da evolução, forma justa e essencial de desvendar os mistérios da Criação e adquirir o conhecimento necessário a chegar aos níveis superiores da Eternidade.
Allan Kardec, em O livro dos Espíritos, transcreve sob o nome de Lei da Reencarnação tais oportunidades que dispomos de vencer a morte e revelar nossa verdadeira natureza imortal. E, assim como aos homens está ordenado morrer uma só vez, vindo, depois disso o Juízo (Hebreus 9, 27).
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