
Nisso ninguém leva a melhor quando o Sol desponta no horizonte da razão. Correm à procura dos motivos de evitar as cicatrizes, ainda que viessem prontos para brigar pelos velhos motivos da destruição dos corpos de carne. Carregam consigo os arcos e flechas, as paixões do sangue e a sede do egoísmo. Tontos de desejo da fria ilusão, descem as calças alheias na maior das facilidades, ignorando a consequência imediata dos atos sujos que praticam. Desse jeito, os guerreiros demonstram nem o mínimo sequer de conhecimento e respeito pelos soldados mais antigos.
Com tais atitudes sujam de lama a história de vida na caserna e dramatizam os palcos mediante derrotas e burrices que sustentam na maior sem cerimônia. Forçam, igualmente, a queda de outros parceiros, enlameando as calçadas e os becos de condenados ao fuzilamento impiedoso.
Não fossem tais incoerências e a população dos vivos e a carcaça dos animais pré-históricos nem precisariam habitar museus de solidão dos abandonados pelo tempo e poucos, ou até nenhum, haveriam de ser eliminados da competição perante a Eternidade depois de passar o período talvez longo no fundo daquele Mar Morto que assusta os próximos que aguardam a eliminação.
Porém sem meios de vencer o instinto da derrota, se deixam largar de almas escuras ao mar salgado de lama podre feitos só sucatas de gente que aceitariam a perdição qual condenação e motivo das inexistências originais.
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