
Houve tempo, na história da Humanidade, quando elites europeias resolveram retomar as áreas da Palestina onde vivera Jesus, tempo das Cruzadas, e o povo árabe se avistou coagido a enfrentar as hordas civilizadas do Ocidente, nas sangrentas investidas de conquista do Santo Sepulcro.
Neste tempo dagora, no entanto, os pomos da discórdia são as reservas petrolíferas que tendem a diminuir e, por fim, se esgotar, fechando outro turno civilizatório da vida na Terra, o que motiva clamores surdos de povos inteiros, vítimas de um turno repetitivo de lutas coloniais.
Os índices de mortandade tende a cresce com os atuais bombardeios de cidades foco da resistência iraquiana, além de que o uso do poderio aéreo em áreas com muitos civis parece mata com facilidade a população civil, o que já estava alta antes da guerra, por causa das sanções que dificultavam o acesso a alimentos e remédios. Mesmo assim, os pesquisadores se dizem chocados com o que descobriram das mortes entre etnias, lutas seculares.
Esses acontecimentos aos poucos deverão ocasionar providências de todos os países, com vistas à preservação das conquistas do Direito Internacional Humanitário, assegurado no decorrer das outras guerras, exemplos de fraquezas idênticas, portanto remédio paliativo, após tantos equívocos desnecessários.
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