Cedo da manhã, ligo a televisão e ouço que a Coreia do Norte segue nas ameaças de guerra aos Estados Unidos, com ogivas nucleares a isso preparadas, e a sensação é de que nada mudou durante toda história da Humanidade. Somos de geração cevada na Guerra Fria, fase depois da Segunda Grande Guerra, quando russos e americanos trocavam hostilidades a fim de dominar os mercados mundiais largados abertos com a derrota alemã e japonesa no conflito perverso.

Tempos medrosos de homens frios. De máquinas geniais que passeiam os pensamentos atirados à prisão das massas indefesas.
Na contrapartida da história vã, porém, restam os labirintos de Si Mesmo qual derradeira estação transformadora, vinda em consequência das inúmeras decepções, nas filosofias, psicologias e religiões enfileiradas nos sonhos individuais. O aprimoramento das esperanças foge até dos limites da imaginação quando, pois, expande apenas o egoísmo dos líderes interessados apenas no destino dos povos que comandam. Resolvem seus problemas particulares em detrimento da grande população de um Planeta em chamas. Consomem os recursos naturais a favor de grupos isolados, na condição de gerentes dos bichos selvagens em grupos isolados no falso conforto.
Houvesse mínimo senso de prudência e sabedoria na vontade das ações e perspectivas de união e desenvolvimento acalentariam os corações aflitos. Contudo farpas lançadas demonstram a distância da sensatez que ainda resta percorrer a fim de salvar uma raça faminta de paz e bons sentimentos.
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