
Feras largadas ao velho picadeiro das contradições, roçadeiras amoladas nas pedras toscas do desgosto, impõem contradições, amigos em forma de lados agudos, num, o sujeito da razão; no outro, as costas moídas de chicotadas e dos escravos jogados nas sarjetas. Isto em relação a quase tudo, senão tudo, burros de cargas que transportam as malas da ignorância, que buscam escola nas malhas do sofrimento.
Poderemos crescer unidos, a história contará novidades ainda longe de preencher o espaço de horas tontas, na peleja do pesadelo ilusório da divisão das classes.
Esses dois irmãos, talvez até amigos, e no caminho viverão prudentes os objetivos da ordem mundial que anseiam desde que mundo é mundo. Próximos uns dos outros, outros irmãos que seremos em um só sem distância regulamentar de conservar objetos quais proprietários definitivos, e de próprio nada temos. A matéria que transportamos apenas servirá de empréstimo da Natureza, a quem devolveremos lá certo dia, cedo ou tarde, à luz do Tempo inabalável.
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