Preciso, pois, dizer das ordens da verdade, trazer aos passageiros do vagão desgovernado a bela história do dever circunstancial de receber vivo ainda o sentimento cá no seio do coração qual alimento imprescindível, a descoberta de Si Mesmo, que funciona de contraveneno vacina preciosa de dominar os instintos e chegar ao portal do Amor, transmutar matéria em espírito, a sombra na luz, o laboratório da bem humana salvação. Horas soltas no infinito das compreensões varreram o ritmo dos ponteiros de segundo. Pulsações apenas mecânicas desfizeram desse modo os propósitos envilecidos de andar nas trilhas sem aproveitar a oportunidade rara de comungar dos bons propósitos. Daí, o território dessa fronteira deixar marcas profundas na pele das almas, feitas tatuagens inextinguíveis em formato de dor, mapas do labirinto das eras dos animais que escavacavam as terras do sem fim na busca de saborearam o néctar do mar alto, lá longe nas fímbrias deste sol que ora a todos ilumina. Forma maneira de quem avaliou a tempo as mudanças da rota do destino, as súplicas daquele passado remoto vieram morar de alento o largo Universo, e converteram seres em palavras de poder onde houvesse querer e possibilidades...
Nenhum comentário:
Postar um comentário