Os mistérios da Natureza, isso do que compõe a barca da sublimidade, poder detém inexplicável o segredo em termos eternos. Por mais investiguem os fenômenos do Tempo, soturnamente prevalece o instinto da incompreensão por dizer absoluta. Qual se veja sob o crivo da imaginação, destarte segue o correr de todo acontecimento. Colunas descomunais de forças até então desconhecidas formam o furor das imprevisões. Algo assim semelhante aos véus que já encobrem de antiguidade aquilo que antes aconteceu.
Isso traz consigo a fleuma do inesperado em marcha continua, porém. O entremeio dos instantes, forma-se, pois, a jornada frontal do inconcebível em termos humanos. Dotados, por isto, de dúvida constante, eles vagam estremecidos pelas florestas desconhecidas da fortuna. De uma hora a outra, tudo parece reverte o senso da expectativa e demonstra valores até agora fruto só dos sonhos.
À busca dos motivos dessas elocubrações e fantasias, à luz das suposições, deslizam pelos dias hordas inteiras de tais expectadores do próprio anonimato. Apenas nisto, mínimo fator de sobrevivência, o que nos aguarda bem ali depois deste agora ferrenho, inevitável?!
Aspectos outros, contudo, subsistem aos penhores da procura, numa sede admirável de reviver o que escorrera há pouco pelas frestas do passado. Espécies quais senhores provisórios do que ora estejam a viver, nem de longe resistem à equação da ausência em queda livre rumo do abismo das alturas de quantas ocorrências enigmáticas. Batem a todo instante às portas dos seres abstratos que significam, face a tanto; mesmo sementes da inexistência que transportam no íntimo, ainda alimentam com sabedoria certezas a toda prova.
Portanto, frutos da árvore da ciência do mal e do bem, saboreiam na essência de si o prolongamento do inigualável que o traz aqui, místicos autores de uma única realidade definitiva.
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