
Hábito no mínimo esquisito esse dos humanos querer sozinhos resolver para si os problemas coletivos, e juntar troços, arrecadar orçamentos, entupir de dúvidas e dívidas àqueles outros que lhes depositaram na função política de conduzir o barco amplo das multidões. Drama exótico da floresta escura, enfurecidos arquitetam passes traumáticos para armar o tabuleiro dos destinos, e avançam a remexer os vídeos games distante de que regem o seguimento da história de povos remotos desconhecidos, ou deles mal conhecidos. Fomentam ódio na propaganda que passam 24 horas dos meios e criam ideologias, inverdades com que enganam as massas dos demais outros países. Trabalham lá de fora os brinquedos explosivos, nos próximos lances quais vivessem de fazer filmes publicitários de vender tênis ou celulares, na maior cara lavada de parasitas da ordem alheia.
Às vezes, no entanto, se perde no pecado e o juízo tonto, que amortece a queda ao depositar nos lixões da demência o resto de sucata, e saem atirando ao léu, doendo ferindo eliminando vidas iguais a sua, tortos grosseiros dos aleijões da técnica dominante.
Há luzes acesa no céu da noite, e elas enchem de gosto puro o transcorrer da solidão agora fixada nos compassos de esperar a todo custo os seios dadivosos da melhor filosofia.
O homem cordial das ruas, conduz no esforço da sobrevivência os pacotes de feira de mãos dormentes, aguarda honesto o roteiro transparente das longas epopeias de sucesso, com finais felizes. Desfilam assim o anseio enorme de sorrir daquilo em que acredita, seja nos estádio, nos mares, nas novelas, nas manhãs ensolaradas do perdão generalizado em paz.
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