quarta-feira, 15 de abril de 2026

Universos


As tantas variações individuais, os caminhos de percorrer; as vontades, os gostos e quereres. Tempos seculares em movimento diante do desconhecido das horas já foram tantos e mais virão, diante da jornada. Símbolos. Fragmentos doutras eternidades, doutros sonhos. Enquanto isto, as façanhas dos protagonistas desses espaços em tudo. Daí o senso da procura, superfícies abertas do Infinito.

Doutras vezes, portas são abertas ao Sol em modo contínuo, nas lembranças, nos desejos incontidos, bem ao salvo desses autores anônimos de si mesmos; juízos sem conta espalhados pelo chão, surpresas de compreender até hoje o tanto que nos traz aqui. Superposições e gerações transitam nesse painel de resultados, a dizer das dúvidas, indagações repetitivas e propostas por vezes prenhes de histórias de palavras e pensamentos, atiradas ao palco do inevitável. Quantos símbolos a mover pessoas!

Dias a fio e os acervos repetem aventuras na face de manhãs feitas de valores, todavia meras suposições quais sejam até aqui; um fardo a mais sobre o lombo dos destinos. Querer que assim não fosse, nos existires, ficaria na casa do querer e do sem jeito. Os depois, no entanto, falam outra linguagem, descrevem e narram outros argumentos. Talvez feitos de pó, transitam nos oceanos e nas noites a meros objetos de paixão. Contudo há de haver poderes às mãos de muitos que insistem dizer o que nem de longe pudessem imaginar de verdade, pois.

Esse retrato inscrito nas estrelas pereniza as tradições do quanto perduram ao passar do Tempo. Teses vêm à tona de modificar a Natureza real através de vontades particulares, outrossim elaboradas a título de consolação. Estes proponentes até inventam atitudes, e as trazem à tona, resultados disso que ora prevalecer em volta. Acalmar o firmamento pessoal, vez por outra quer significar, portanto, deter o lume das intenções e fazê-las passo a passo junto à realidade definitiva.


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