A que se estar aqui? E andar, e conhecer, a meio de tantos outros gestos? Longas jornadas bem que falam disso e deixam margem a outras e mais extensas planícies de consciência. As falas, conquanto inextinguível, preenchem instantes sucessivos, sendo o isto a razão continuar. Houvesse motivos e consequências, logo além vêm indagações posteriores, sons distantes das falas e dos objetos...
E mesmos diante de tais circunstâncias, uma vontade maior há
de sempre prevalecer. Narrativas ainda sem grandes definições. Nisto as pessoas
se batem à cata de tantos sonhos, abandonando passados insistentes, viagens
transcendentais, tudo cercado das lonjuras de estar aqui, Palavras trazem
surpresas, definições, arquivos guardados nas erar e, lá depois, pequeninos
sinais daquilo de anter e jamais. A supor compreender, pois, novas dimensões
vêm à tona, esquadrinhando as suposições posteriores.
Assim, neste fluir de pensamentos e sentimentos, escorregam
ao leito do abismo, forcejando verdades eternas contidas. Eles, esses quais
seres, alimentam de sonhos noites e dias, horas a fio. Querem ser ao seu modo,
no entanto cercados das contrições advindas nos formatos mais diversos. Numa
materialidade corrente, daí a beleza em volta, nas árvores, na luz, nos
momentos, no som, nas histórias, sequência natural que seja, cada termo tem cor
e forma. De certeza, são infinitos os limites da realidade em volta. Mares incontáveis
a isto significam por meio das individualidades. Transcrevem quantos instantes
em igual diapasão.
Bem a existência e as criaturas, fagulhas espalhadas ao
vento nos trilhos da felicidade. Aqueles dias, aqueles sóis na jornada do Tempo
de um a um. Submersos na superfície do Chão, avaliam o inesperado qual fator de
sobrevivência, outrossim. Todos, tudo, tanto, a par dos acontecimentos. Refazem
em si o senso da posteridade a adormecem de contentes.
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