segunda-feira, 8 de junho de 2026

Os adoradores do Sol


A que se estar aqui? E andar, e conhecer, a meio de tantos outros gestos? Longas jornadas bem que falam disso e deixam margem a outras e mais extensas planícies de consciência. As falas, conquanto inextinguível, preenchem instantes sucessivos, sendo o isto a razão continuar. Houvesse motivos e consequências, logo além vêm indagações posteriores, sons distantes das falas e dos objetos...

E mesmos diante de tais circunstâncias, uma vontade maior há de sempre prevalecer. Narrativas ainda sem grandes definições. Nisto as pessoas se batem à cata de tantos sonhos, abandonando passados insistentes, viagens transcendentais, tudo cercado das lonjuras de estar aqui, Palavras trazem surpresas, definições, arquivos guardados nas erar e, lá depois, pequeninos sinais daquilo de anter e jamais. A supor compreender, pois, novas dimensões vêm à tona, esquadrinhando as suposições posteriores.

Assim, neste fluir de pensamentos e sentimentos, escorregam ao leito do abismo, forcejando verdades eternas contidas. Eles, esses quais seres, alimentam de sonhos noites e dias, horas a fio. Querem ser ao seu modo, no entanto cercados das contrições advindas nos formatos mais diversos. Numa materialidade corrente, daí a beleza em volta, nas árvores, na luz, nos momentos, no som, nas histórias, sequência natural que seja, cada termo tem cor e forma. De certeza, são infinitos os limites da realidade em volta. Mares incontáveis a isto significam por meio das individualidades. Transcrevem quantos instantes em igual diapasão.

Bem a existência e as criaturas, fagulhas espalhadas ao vento nos trilhos da felicidade. Aqueles dias, aqueles sóis na jornada do Tempo de um a um. Submersos na superfície do Chão, avaliam o inesperado qual fator de sobrevivência, outrossim. Todos, tudo, tanto, a par dos acontecimentos. Refazem em si o senso da posteridade a adormecem de contentes.

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